










“Virgem que deu à luz e, enquanto dava à luz, duplicava a virgindade”. (Papa Gragório Magno – Séc VII)
A maior alegria que podemos dar a Maria Santíssima é a de levar Jesus Eucarístico no nosso peito. – (Santo Hilário)
Deus ajuntou todas as águas e deu nome de mar, e ajuntou todas as graças e deu nome de Maria (São Luiz de Montfort)
“A Santíssima Virgem dá bem os meus recados, dar-lhe-ei outro mais. Repito-lhe, muitas vezes: “Diga-lhe para não se preocupar comigo”. (Santa Terezinha)
“Sabemos muito bem que a Virgem Santíssima é a rainha do céu e da terra, mas ela é mais mãe do que rainha”. (Santa Terezinha)
“No céu, Maria dá as ordens aos anjos e aos bem-aventurados.”(São Luiz de Monfort)
“Maria é digna de suprema honra na maior medida” (Lutero)
“Mas como podereis vós, óh Maria, deixar de socorrer os infelizes, se vós sois a rainha da misericórdia?”(São Bernardo)
“Maria é na cristandade inteira o mais nobre tesouro depois de Cristo,e que nunca poderemos exaltar o sufiente a mais nobre imperatriz e rainha,exaltada e bendita acima de toda nobreza,com sabedoria e santidade”.(Martinho Lutero)
“Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisso conhecêsse-mos que tudo o que temos de esperança,graça e salvação,dela deriva até nós”.(São Boaventura)
“As orações de Maria junto a Deus têm mais poder junto da Majestade divina que as preces e intercessão de todos os anjos e santos do Céu e da Terra”.(Santo Agostinho)
“Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de Meu Senhor?” (Santa Isabel) recebendo Nossa Senhora. Ler Lucas 1,43) “Post partum virgo inviolatta permansisti, Deo genitrix intercede pro nobis”
(Depois do parto permaneceste virgem, Mãe de Deus intercede por nós) Santo Antônio de Santana Galvão (Frei Galvão)
Padre Pio Costumava chamar a Virgem Santíssima de “Mamãe Celestial”, certa vez disse: “que se um milhão de crianças rezasse o Rosário, o mundo não seria o mesmo”.
PAZ E BEM!!!
Os mais antigos Padres da Igreja, amiúde se expressam em termos que traduzem sua crença na absoluta imunidade do pecado, mesmo o original, concedida à Virgem Maria. Assim, por exemplo, São Justino, Santo Irineu, Tertuliano, Firmio, São Cirilo de Jerusalém, Santo Epifânio, Teódoro de Ancira, Sedulio e outros comparam Maria Santíssima com Eva antes do pecado. Santo Efrém, insigne devoto da Virgem, A exalta como tendo sido "sempre, de corpo e de espírito, íntegra e imaculada". Para Santo Hipólito Ela é um "tabernáculo isento de toda corrupção". Orígenes A aclama "imaculada entre imaculadas, nunca afetada pela peçonha da serpente". Por Santo Ambrósio é Ela declarada "vaso celeste, incorrupta, virgem imune por graça de toda mancha de pecado". Santo Agostinho afirma, disputando contra Pelágio, que todos os justos conheceram o pecado, "menos a Santa Virgem Maria, a qual, pela honra do Senhor, não quero que entre nunca em questão quando se trate de pecados".
Cedo começou a Igreja - com primazia da Oriental - a comemorar em suas funções litúrgicas a imaculada conceição de Maria. Passaglia, no seu De Inmaculato Deiparae Conceptu, crê que a princípios do Século V já se celebrava a festa da Conceição de Maria (com o nome de Conceição de Sant'Ana) no Patriarcado de Jerusalém. O documento fidedigno mais antigo é o cânon de dita festa, composto por Santo André de Creta, monge do mosteiro de São Sabas, próximo a Jerusalém, o qual escreveu seus hinos litúrgicos na segunda metade do século VII.
Fonte:Arautos
Coração leve Leonardo Boff JB, 12/03/2004 Quem é ''gente boa'' tem um coração leve. Que é ter um coração leve? Talvez pelo reverso, o coração pesado, possamos entender um pouco.
Ter coração pesado é viver preocupado e até neurótico por causa do emprego, do salário, das contas a pagar, da escola das crianças, das drogas, da violência das ruas, da bala perdida. E se tem um negócio: como enfrentar a concorrência, como incorporar tecnologia nova, como ser mais eficiente na administração? O coração pesado não nos deixa dormir tranquilos. Porquê?
Para responder a essa questão, precisamos cavar fundo no tipo de civilização que criamos e mundializamos. Nossa civilização é extremamente complexa.
Mas um motor escondido move todas as rodas e bielas: a vontade de poder e seu exercício na forma de dominação. Queremos dominar a natureza, chegar até seus últimos confins, dominar as forças da sociedade, dominar as energias psíquicas, dominar o código da vida. E tirar, de tudo, proveito, mesmo com custos ecológicos funestos.
Essa civilização produziu, em nós, dois sentimentos: um de exaltação e outro de medo. Exaltação, pela tecnociência que tantas facilidades trouxe à nossa vida, fazendo com que crianças morram menos e idosos vivam mais e nos levando à Lua. Medo, pela capacidade de destruição em massa que ela proporciona. O fim da história humana não é mais coisa de Deus, mas coisa dos homens, pois montamos o princípio de nossa autodestruição.
Para limitar essa capacidade de demência, inventamos os direitos dos humanos, dos animais, da natureza e o conceito da dignidade da Terra. Mesmo assim, qual é oresultado final e existencial desse processo civilizatório?
O coração pesado. Perdemos a confiança na vida e o prazer inocente de viver.
Exilamo-nos da Terra e rompemos os laços de fraternidade que nos uniam à natureza. O que o ser humano mais teme é o outro ser humano. Ele está só com seu poder-dominação. E quanto mais acumula poder, mais tenso fica seu rosto, mais fundas as rugas, mais inseguro o olhar. Não sabemos para onde vamos. E o nosso coração fica cada vez mais pesado.
Como gestar um coração leve? Começando a viver já agora dois valores que fundam outro princípio civilizatório: a simplicidade e a humildade voluntárias. A simplicidade não é a espontaneidade natural do inocente. É fruto de uma maturidade humana. Surge quando afastamos o que separa o eu do outro e da natureza, que é a vontade de possuir e dominar. Removido esse obstáculo, descobrimos que somos todos irmãos e irmãs, da estrela e de cada ser vivo. São Francisco de Assis é o arquétipo desse modo de ser.
A humildade é colocar-se no mesmo chão onde estão todos os seres e perceber o mesmo húmus do qual todos vivem. Chuang-Tzu é o arquétipo desse valor (veja a Via de Chuang-Tzu). Ele conseguia ver o Tao tanto no esterco quanto no príncipe. O efeito dessa visão para esses mestres, do Ocidente e do Oriente, era a conquista de um coração leve.
Terás um coração leve se enxergares nos canteiros da rua o verde e, nele, a flor que sorri. Se ao olhar para cima veres, além dos prédios, a nuvem que passa.
Se ao encontrar um pobre conseguires encher teus olhos com sua presença e vê-lo como irmão. Se fizeres tudo isso, saberás o que é viver com o coração leve. Não serás amargo nem ganancioso. Contigo começa outro tipo de civilização. E poderás dormir sem o peso duma pedra no peito. Por causa do coração leve.
(Nota: Leonardo Boff é ex-capuchinho, teólogo e um dos protagonistas da Teologia da Libertação.
Era uma vez um Beija-Flôr que fugia de um incêndio, juntamente com todos os animais de uma floresta. Só o Beija-Flor fazia uma coisa diferente: apanhava gotas de água de um lago e atirava-as para o fogo. Um outro animal, intrigado, perguntou:
- Beija-Flor, achas que vais apagar o incêndio com essas gotas?
- Concerteza que não – respondeu o Beija-Flor – mas estou fazendo a minha parte.
(retirado do Seminário ‘A Arte de Viver em Paz' – UNIPAZ PORTUGAL, Universidade Holística Internacional)
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